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Ter, 05/12/2017 | Atualizado em: 05/12/2017 às 05h00

Resgate! Binha sonha com o Bahia forte e unido

Lucas Cunha
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Dando continuidade à série de entrevistas com os cinco candidatos à presidência do Bahia, o segundo entrevistado é o projetista industrial Flávio Alexandre, 57 anos, o Binha de São Caetano, postulante ao cargo pela chapa 'Bahia Campeão dos Campeões'.

"Onde o Bahia está, eu estou. Viajar não é fácil. Tem que ter jogo de cintura. A cultura dos estados é outra. Bahia e Caxias só tinha Binha no estádio. Bahia e Luverdense, Bahia e Juventude. Bahia e Nacional de Manaus. Não é por isso que eu sou melhor que os outros, só estou contando a minha história de vida".

Foi justamente em uma dessas viagens que o sonho de ser presidente do Bahia começou a ganhar corpo. Em 2012, Binha estava, como sempre faz, acompanhando o Tricolor no jogo contra o Atlético-MG no Independência.

"Quando acabou a partida, fui ao vestiário do Bahia e encontrei o Kalil por lá. Falei com ele que era torcedor do Bahia, que viaja o Brasil com o time. Perguntei se eu teria condições de ser presidente. Ele me disse que sim. Falou que o pai dele também era torcedor de arquibancada e virou presidente".

Com o desejo do retorno de um Bahia campeão, conquistando "Copa do Brasil, Série A, Libertadores e Mundial", que Binha resolveu lançar seu nome como presidente. Ele diz que como costuma "pensar alto" para o clube, acaba sendo mal-interpretado por considerar o Esquadrão como "o melhor time do mundo".

Para Binha, o seu principal diferencial para os outros candidatos é justamente acreditar que o Bahia tem condições de disputar todos os títulos dos campeonatos que disputa. "O torcedor que quer ser campeão brasileiro vota em Binha. Quem quer participar do campeonato, vota nos outros candidatos".

Caso eleito, Binha diz que vai doar todo o seu salário para a divisão e pretende reaproximar o Bahia do seu torcedor e da imprensa esportiva. "Vou abrir a porta do Fazendão para a imprensa e para o torcedor. Quero união dentro do Bahia".