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Ter, 28/11/2017 | Atualizado em: 28/11/2017 às 05h00

Sem volta pra 'ladrões'

Estadão Conteúdo
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Procuradores da República envolvidos na Operação Lava Jato se reuniram no Rio de Janeiro para definir estratégias para o próximo ano. O procurador da República Deltan Dallagnol reforçou que "é preciso garantir que não haverá retrocessos" e que a corrupção não volte a tomar conta do meio político e empresarial nas mesmas proporções do período anterior à Operação Lava Jato.

Segundo o procurador, o próximo ano será "o da batalha final" da Lava Jato e que o futuro será "sombrio" se os políticos que ocupam cargos públicos e que estão envolvidos nas denúncias de desvio de dinheiro forem eleitos novamente.

Dallagnol destacou ainda que mais de 25 milhões de transações financeiras, que envolvem mais de R$ 2 trilhões em negócios, são rastreados pela equipe da Lava Jato. Apesar de todos os esforços, ele afirma que a população não deve ter uma expectativa excessiva sobre o judiciário.

A visão dos procuradores é que "mesmo depois de tantos escândalos tanto o Congresso como os partidos não afastaram os políticos envolvidos nos crimes" e que a Lava Jato "uniu grande parte da classe política contra as investigações e investigadores".