Edição do dia
Ter, 28/11/2017 | Atualizado em: 28/11/2017 às 05h00

Pietro e Abel: a música no DNA

Camila de Jesus*
compartilhe
Enviar para Amigo
INDIQUE A UM AMIGO

Para enviar para outro(s) amigo(s), separe os e-mails com “ , ” (vírgula). Ex.:nome@exemplo.com.br, nome@exemplo.com.br

Imprimir
Reportar erro

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas pelo MASSA preencha os dados abaixo e clique em "Enviar"

Aumentar fonte Diminuir fonte

Eles são primos desde sempre, mas nem desconfiavam que a música seria capaz de uni-los. "Descobri que erámos parentes, através de meu pai e meu tio. Além de sermos da mesma família, os gostos musicais ajudaram na formação da dupla", conta Abel, referindo-se ao encontro, em 2010, com o atual parceiro Pietro, que vinha do interior.

Mas foi em 2012, em Simões Filho, que os dois oficializaram a dupla sertaneja Pietro e Abel. "Procuramos apresentar as mais diversas vertentes do sertanejo, da raiz ao pop, mas sem tirar o romantismo de nossas canções", revela Abel.

Se o DNA tem a ver com tudo isso não se sabe, mas é fato que os dois admitem as mesmas influências musicais, ainda que um vivesse bem distante do outro. "Vivia no interior e o radinho sempre tocava Zezé di Camargo e Luciano. Me inspirei no padrão de voz", conta Pietro, que encontro total apoio no primo Abel.

Além de intérpretes, os músicos também são compositores. "Três uísques a mais", "Despedidas", "Tatuagem" e "Amor Raro" estão entre as criações da dupla. "Falamos de amor em nossas letras. São mais 'sofrência' e não tanto balada", admite Pietro.

Mas é com "Beber até dar uma dor" que eles esperam conquistar o público. "É a história de uma pessoa que bebe para esquecer um amor que a fez sofrer", adianta Abel. Vale conferir!

* Sob a supervisão da editora Ellen Alaver