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Ter, 07/11/2017 | Atualizado em: 07/11/2017 às 05h03

Matadores em dose dupla

Lucas Cunha
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Em pouco mais de um mês, a campanha do Bahia no Brasileirão deixou de ser um filme de terror com risco do rebaixamento para agora ter ares de filme de ação, com dois protagonistas velozes e mortais, que, com seus gols, podem não só garantir a permanência do Esquadrão na Série A, como até levar a torcida a sonhar por uma vaga na Libertadores.

Sob o comando do diretor, ou melhor, do técnico Carpegiani, Edigar Junio e Mendoza assumiram a artilharia do Esquadrão na competição, com sete gols cada. Os números da dupla após a chegada de Carpegiani são muito bons. Ambos marcaram um gol em cada uma das últimas três partidas que atuaram no Brasileiro.

Juntos, além do jogo de domingo, Mendoza e Edigar já tinham feitos os gols do triunfo por 2 a 1 no Ba-Vi. Separados, além da vitória sobre a Ponte, Edigar fez o único gol do Tricolor no empate em 1 a 1 com o Fluminense. Já Mendoza marcou na derrota para o Flamengo: 4 a 1.

Questionado após o jogo contra a Ponte sobre a afinidade com Mendoza, Edigar disse que a cada partida vem melhorando a parceria com o companheiro colombiano. "A gente vem se conhecendo cada vez mais, jogando mais próximo. Isso tem feito a diferença. Temos feitos grandes partidas juntos, espero que continue assim", declarou.

Do lado de Mendoza, o tom do discurso é de evitar qualquer disputa com Edigar pelo posto de artilheiro do time. "A gente pensa no crescimento do Bahia. Estou aqui para ajudar, dar assistência, fazer o gol. Meu pensamento continua sendo esse. Não só sendo amigo do Edigar, mas como de todos os companheiros. Mas fico feliz pelo bom momento que estou vivendo no Bahia", contou o colombiano.

Sete pontos acima do Z-4, os bons resultados fizeram com que o grupo tricolor e sua torcida começassem a pensar mais seriamente na chance de conseguir uma vaga para a Libertadores do ano que vem. Atualmente, o Bahia está cinco pontos atrás do Flamengo, que, em 7º, ocupa a segunda vaga para a Pré-Libertadores. E pode até virar G-9, caso o Grêmio vença a Libertadores e o Flamengo a Sul-Americana.