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Seg, 06/11/2017 | Atualizado em: 06/11/2017 às 05h00

Enem Exame transformou domingo em dia úti

Yuri Silva
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O primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) na capital baiana teve direito a tensão e correria. Pelo menos foi assim para Manuella Andrade, 16 anos. Por pouco a estudante não fez as provas de redação, linguagens e ciências humanas no Colégio Estadual Luiz Vianna, em Brotas, pois só levou uma cópia autenticada do RG. A avó e a mãe da estudante tiveram que correr para chegar até o local com o documento original, que chegou um minuto antes do fechamento dos portões, às 12h.

Outra concorrente não teve a mesma sorte com o esquecimento da identidade em casa. Moradora do bairro da Liberdade, ela, que não quis dar entrevista, só percebeu a ausência do RG quando faltavam pouco mais de 30 minutos para o fechamento dos portões – o que impossibilitou qualquer tentativa de fazer a prova. "Não dá tempo mais", dizia a menina, de pré-nome Kézia, ao irmão.

Apesar desses casos, a maioria dos candidatos chegou cedo aos locais de prova. Nas ruas de Brotas, o domingo ganhou ares de dia útil, com pontos de congestionamento na avenida Dom João VI e paradas de ônibus cheias.

Funcionários de escolas privadas, que usam o Enem como porta de entrada de novos alunos, também foram presença massiva nos portões. Oferecendo brindes, eles cadastravam possíveis clientes.