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Sex, 03/11/2017 | Atualizado em: 03/11/2017 às 05h00

Finados Dia de prestar homenagens

Felipe Santana
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Observando atentamente o trabalho do coveiro no cemitério Bosque da Paz, a aposentada Maria Antônia, 65 anos, dava orientação para a limpeza da lápide do seu marido e agradecia ao ente querido a dedicação à família. Assim como ela, outras pessoas passaram o Dia de Finados prestando homenagens.

O cemitério Bosque da Paz (Nova Brasília) recebeu cerca de sete mil pessoas. Logo na entrada, um painel com a descrição: "o que eu quero fazer antes de morrer?", chamava a atenção de quem passou pelo local. Dentre todos os desejos, o comerciante Leandro Silva, 47 anos, escrevia sobre a vontade de ter sua mãe por perto.

Entre a programação, missas e palestras reuniram parentes e fiéis em orações."A morte não é o fim, mas a ressurreição de uma nova vida. Celebramos aqui com orações, músicas e palestras mostrando o entendimento do significado da data", explica o padre Paulo Pitombo.

No cemitério Jardim da Saudade, no bairro de Brotas, os visitantes foram recepcionados por uma apresentação de música instrumental. Além disso a tradicional "chuva de pétalas" emocionou o público.

"Foi a primeira vez que tive a oportunidade de presenciar a chuva de pétalas. Mesmo com saudades de meu falecido irmão, me sinto bem mais confortada", disse a funcionária pública Joana Dias, 32 anos.

A missa presidida pelo padre Luiz Carlos Fagundes, complementou a programação do cemitério.