Edição do dia
Qua, 25/10/2017 | Atualizado em: 25/10/2017 às 05h00

Falando sobre doença falsiforme

Roseli Servilha*
compartilhe
Enviar para Amigo
INDIQUE A UM AMIGO

Para enviar para outro(s) amigo(s), separe os e-mails com “ , ” (vírgula). Ex.:nome@exemplo.com.br, nome@exemplo.com.br

Imprimir
Reportar erro

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas pelo MASSA preencha os dados abaixo e clique em "Enviar"

Aumentar fonte Diminuir fonte

Cerca de 30 mil baianos são portadores da doença falciforme, segundo estimativa da Associação Baiana das Pessoas com Doença Falciforme (ABADFAL). Para lembrar o Dia Nacional de Luta Pelos Direitos das Pessoas com Doença Falciforme, celebrado em 27 de outubro, a ABADFAL promove, até sábado, a II Semana sobre a patologia.

O evento, aberto ontem, objetiva promover ações educativas e assistenciais, além de informar sobre os sinais e sintomas da doença.

Coordenador da associação, André Gomes foi diagnosticado com a doença falciforme aos oito meses de vida. Ele conta que, na época em que dependia do tratamento, eram poucos os hospitais aptos a tratar a doença.

"Eu tinha crises e meus pais corriam para várias unidades de saúde, mas ninguém sabia lidar com a doença, a não ser o hematologista, profissional que 30 anos atrás era de difícil acesso. Hoje, há meios de obter um diagnóstico precoce e encontrar tratamento", diz.

De acordo com a hematologista do Hemoba, Ana Flávia Almeida, quanto mais cedo começar o tratamento, melhor o prognóstico. "Nos preocupamos com a prevenção para evitar que a doença cause lesões nos órgãos alvo de risco, evitando alterações irreversíveis", explicou.

* Sob supervisão da jornalista Hilcélia Falcão