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Sex, 13/10/2017 | Atualizado em: 13/10/2017 às 05h01

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Tiago Lemos
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A Seleção Brasileira finalizou sua participação nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa de 2018 na última terça-feira, na Arena Palmeiras, com o triunfo sobre o Chile, por 3 a 0. Primeira das seleções a se garantir no Mundial da Rússia, – com quatro rodadas de antecedência –, o Brasil também foi o melhor do torneio.

O técnico Tite, que começou a comandar a equipe no triunfo por 3 a 0 sobre o Equador, no dia 1º de setembro, e conquistou nove vitórias consecutivas, falou após a partida de terça-feira (veja ao lado).

A boa campanha faz do time verde e amarelo um dos favoritos ao título da Copa, que terá início em 14 de junho e final no dia 15 de julho. A longa caminhada para o possível hexa, contudo, teve seus percalços.

Para relembrar a trajetória da Seleção Brasileira, o MASSA! traz uma linha do tempo com todas as 18 partidas da equipe canarinho nas Eliminatórias (veja abaixo). O desempenho foi excelente: 12 vitórias, cinco empates e um revés (aproveitamento de 75,9%).

Tudo começou com a criticada escolha da CBF, que apostava mais uma vez em Dunga para assumir o comando técnico.

Além disso, a Seleção precisava se livrar do pesado fardo que carregava após o terrível 7 a 1 sofrido diante da Alemanha, na Copa de 2014, dentro de casa.

Dunga vinha de uma frustrante eliminação para a Holanda no Mundial 2010. Fez um bom trabalho nos anos pré-Copa, mas pagou caro pela teimosia como comandante, além da pouca criatividade do time.

Em seu novo trabalho como treinador do Brasil, estreou com derrota para o Chile, por 2 a 0, em 8 de outubro de 2015, fora de casa. Além disso, venceu duas partidas, contra Venezuela e Peru - ambas como mandante -, e empatou com Argentina, Paraguai e Uruguai.

O rendimento abaixo do esperado fez o Brasil ocupar a sexta colocação do torneio de classificação para o Mundial, uma marca tão negativa que colocava em risco a vaga para a Rússia.

Mas Dunga foi embora e levou com ele o péssimo futebol. Tite o substituiu e apostou em peças como o contestado volante Paulinho e o jovem atacante Gabriel Jesus. Além disso, o treinador conseguiu fazer Philippe Coutinho jogar bem com o manto canarinho e encheu o craque Neymar de opções para liderar a equipe. Deu certo.