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Ter, 10/10/2017 | Atualizado em: 10/10/2017 às 05h00

Único que pode sorrir

José Cairo*
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O último jogo do Brasil nestas Eliminatórias vale muito pouco para os comandados de Tite. Já classificada, a Seleção terá a ingrata missão de dar um desfecho à sua participação no torneio diante de um adversário sedento pela vitória e pela vaga na Copa. Hoje, às 8h30 da noite, o Brasil recebe o Chile, na Arena Palmeiras.

Em clima de despedida, o único teste de Tite no time titular será a entrada do goleiro Éderson, que estreia pela Seleção. A única mudança é Thiago Silva, cortado por lesão. O restante da equipe segue a mesma do último jogo.

Mas se para o Brasil a partida é apenas para cumprir tabela, para os chilenos é a chance de faturar a vaga de forma direta para a Copa. Caso vença, o Chile se garante. Empate pode até classificar o time, mas precisaria de uma igualdade entre Colômbia e Peru ou derrota da Argentina.

Quem certamente se classifica mesmo com uma igualdade é o Uruguai, que tem 28 pontos e está em 2º, com ao menos dois de vantagem para os demais. O saldo de gols dos uruguaios – critério de desempate – é de 10 gols, oito a mais que o dos seus rivais diretos. O time de Cavani e companhia encara a já eliminada Bolívia, em Montevidéu.

O grande divisor de águas dessa última rodada deve mesmo ser a partida entre Colômbia e Peru, 4º e 5ª colocados, respectivamente.

O resultado desta partida pode determinar o futuro de Argentina, Paraguai e até mesmo o do Chile. Um empate entre eles dois coloca em risco as duas seleções. Quem vencer, entretanto, praticamente carimba o passaporte para a Rússia.

Com chances, mesmo que remotas, o Paraguai encara a lanterna e já eliminada Venezuela. Além de vencer o confronto, o time ainda vai precisar contar com as derrotas da Argentina (ou empate) e do Chile. As maiores chances dos paraguaios são de ficar com a vaga na repescagem para enfrentar o campeão da Oceania, a Nova Zelândia.

Sob a supervisão do editor interino Daniel Dórea