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Ter, 10/10/2017 | Atualizado em: 10/10/2017 às 05h00

Prisão preventiva de Nuzman é decretada

Estadão Conteúdo
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O Ministério Público Federal do Rio (MPF-RJ) pediu a conversão do pedido de prisão temporária do presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, para preventiva (sem prazo para terminar). E o juiz da 7ª Vara Federal Criminal, Marcelo Bretas, decretou a prisão preventiva do dirigente. O prazo da prisão temporária, que tem validade de cinco dias, venceu ontem.

Bretas decidiu ainda manter preso Leonardo Gryner, ex-diretor do COB e do Comitê Rio 2016, por mais cinco dias — ou seja, estendeu sua prisão temporária.

Nuzman foi detido durante a Operação Unfair Play – desdobramento da Lava Jato que aponta compra de votos para que o Rio fosse escolhido como sede dos Jogos 2016.

Na denúncia, os procuradores apontaram para a ocultação de bens de Nuzman, incluindo 16 barras de ouro guardadas na Suíça. Além disso, Nuzman teve crescimento "exponencial" de seu patrimônio entre 2006 e 2016: total de 457%.