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Seg, 09/10/2017 | Atualizado em: 09/10/2017 às 05h00

Rivalidade de lado pela elite

ALEXANDRE SANTOS
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Um o converteu-se Bahia em 1987, aos 7 anos, quando um padrinho o levou à Fonte Nova pela primeira vez. O outro, influenciado pelo avô paterno, se apaixonou pelo Vitória aos 11, em 1989, num Ba-Vi em que viu o Rubro-Negro escapar do rebaixamento, com três gols de Hugo, também na Fonte.

No comando do Tricolor estava Evaristo de Macedo, que no ano seguinte levaria o Esquadrão à conquista do bicampeonato brasileiro. O Leão, por sua vez, tinha como técnico o ex-atacante André Catimba, segundo maior artilheiro do clube e um dos maiores ídolos da torcida vermelha e preta.

Mais de duas décadas depois, os irmãos André (torcedor do Vitória), 40, e Anderson Moraes (torcedor do Bahia), 37, relembram de um passado glorioso que em nada combina com o momento atual dos times do coração. E não sem motivo.

Embora não esteja na zona, o Bahia viu seu rendimento degringolar nas últimas rodadas. Atualmente em 13º, com 31 pontos, o Tricolor soma apenas um a mais que o Sport, que abre o Z-4. Já o Vitória, em situação não menos preocupante, está em 11º, com 32 pontos.

Apesar da campanha decepcionante dos dois baianos, os irmãos arquirrivais acreditam que a salvação da degola virá, mais cedo ou mais tarde.

"É uma situação crítica, mas com possibilidade de mudança", frisa o tricolor Anderson, mas sem poupar a diretoria.

"Houve um erro estratégico do presidente [Marcelo Sant'Ana] e sua diretoria inexperiente. Teve êxito em vários situações. Mas, no carro-chefe do futebol, que é dentro de campo, erram e muito", critica Anderson.

Mais otimista, o rubro-negro André vislumbra o Leão até mesmo no G-10. "Sem dúvida, se continuar nessa pegada, vamos terminar o campeonato na Sul-Americana", torce.