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Qua, 04/10/2017 | Atualizado em: 04/10/2017 às 05h00

PM pode ter sido morto por engano

ANDREZZA MOURA
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A Polícia Civil investiga se o sargento da Polícia Militar da reserva Carlos José de Jesus Cruz, 50 anos, foi morto ao ser confundido com um colega de trabalho, na tarde da segunda-feira (2), em Brotas.

Sob anonimato, um policial civil contou que os dois faziam a segurança de um estabelecimento comercial no bairro e tinham as mesmas características físicas, o que pode ter induzido os criminosos ao erro. Ele não soube dizer por qual motivo o colega de Carlos, que não é policial, seria o alvo dos suspeitos.

Conforme o investigador, o PM era uma pessoa tranquila e não se envolvia em confusão. "Oxe! Conheço ele há muito tempo. Era um cara pacato, amigo, irmão. Era honesto, super dedicado, trabalhador", lembrou ele.

O sargento foi executado com cinco tiros na cabeça e tórax, no cruzamento da Rua Campinas de Brotas com a Av. Dom João VI, próximo à Ladeira da Cruz da Redenção. Ele foi surpreendido pelas costas por um homem, ainda não identificado, que chegou ao local em uma moto conduzida por um comparsa.

Após o crime, a dupla fugiu em direção à Rua Teixeira Barros.