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Sáb, 23/09/2017 | Atualizado em: 23/09/2017 às 05h00

Temer luta para barrar denúncia

das agências
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O presidente Michel Temer afirmou, em vídeo divulgado nas redes sociais, ser alvo de "ilações e provas forjadas" ao comentar a nova denúncia oferecida contra ele pela Procuradoria-geral da República. Temer avaliou que a acusação busca "paralisar" o País e "desestabilizar" o governo.

A acusação da PGR chegou à Câmara dos Deputados e a previsão do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é que a votação aconteça em outubro. O Supremo Tribunal Federal só pode avaliar se Temer será ou não julgado se a Câmara aprovar.

No vídeo, Temer afirma que a acusação faz parte de uma "marcha da insensatez". E adverte: "Só regimes de exceção aceitaram acusações sem provas, movidos por preconceito, ódio, rancor ou interesses escusos. Lamento dizer que, hoje, o Brasil pode estar trilhando este caminho".

A Câmara aguarda a denúncia ser lida em plenário para dar seguimento à tramitação. Ontem, não houve quórum dos 51 deputados necessários para abrir a sessão. Uma nova tentativa será feita na segunda (25), mas o mais provável é que a leitura seja feita na terça (26).