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Qui, 14/09/2017 | Atualizado em: 14/09/2017 às 05h00

Pitbull! Janot continua na cola de Temer

das agências
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Votaram contra a suspeição do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, os nove ministros do Supremo presentes à sessão: Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e a presidente, Cármen Lúcia.

Em seu voto, Cármen Lúcia disse que o Ministério Público continuará o trabalho de combate à corrupção, mesmo após a saída de Janot da PGR, e que as "instituições são mais importantes que as pessoas".

A defesa do presidente Temer apontava uma 'perseguição pessoal' por parte de Janot, o que retiraria sua imparcialidade. A defesa quer também que a Corte examine a validade das provas que embasam as investigações, entregues pela JBS (leia ao lado).

O relator da Lava Jato no SFT, Edson Fachin, disse não enxergar "inimizade pessoal capital" nos procedimentos de Janot contra Temer – a denúncia já apresentada por corrupção passiva e rejeitada pela Câmara.