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Sex, 01/09/2017 | Atualizado em: 01/09/2017 às 05h00

Produto nacional de qualidade

Cleane Lima*
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Pinga, caninha, branquinha ou, como diria Mussum, 'mé'. Não importa o nome, a cachaça é o destilado genuinamente brasileiro! E a Bahia é o segundo maior polo produtor da bebida de alambique no Brasil.

Ligada à história do país, a primeira alambicagem aconteceu entre 1516 e 1532, segundo o pingófilo Raimundo Freire. "Não se sabe ao certo o ano, mas registros dão conta que ocorreu na cidade de São Vicente, litoral de São Paulo", conta.

O especialista revela que há dois tipos de pingas: as brancas, feitas em barris de inox, e as amarelas, estocadas em barris de madeiras, como carvalho, bálsamo, castanheira, jaqueira e por aí vai. "Essa diversidade de madeiras é o que confere sabor e aroma diferenciados de cada cachaça, além do tempo de descanso, explica Raimundo.

Industrial ou artesanal, uma boa aguardente é sobretudo muito versátil. De acordo com o sommelier de cachaça Leandro Dias, a bebida pode ser apreciada de pelo menos três maneiras: isolada, misturada ou acompanhada. "Na forma isolada, é possível apreciar a cachaça pura, gelada, com gelo, aquecida ou até mesmo 'congelada'", ensina.

Quando misturada com frutas, água com gás, água de coco, resulta em drinques saborosos, incluindo a brasileiríssima caipirinha.

E quando se fala em acompanhada, leandro refere-se à harmonização. "Pela grande diversidade de madeiras que pode se encontrar na cachaça, a bebida facilmente harmoniza com feijoada, café, chá, frutas, cerveja e churrasco!, diz (leia mais no box ao lado).

* Sob a supervisão da editora-coordenadora Ana Paula Ramos.