Edição do dia
Sáb, 12/08/2017 | Atualizado em: 12/08/2017 às 05h00

Bafafá Distritão divide a Assembleia

Alexandre Santos
compartilhe
Enviar para Amigo
INDIQUE A UM AMIGO

Para enviar para outro(s) amigo(s), separe os e-mails com “ , ” (vírgula). Ex.:nome@exemplo.com.br, nome@exemplo.com.br

Imprimir
Reportar erro

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas pelo MASSA preencha os dados abaixo e clique em "Enviar"

Aumentar fonte Diminuir fonte

Os principais pontos da Reforma Política discutida no Congresso dividem a opinião de deputados na Assembleia Legislativa da Bahia. Uma das alterações que tem acirrado o debate é a possível implantação do sistema distritão, que eliminará a chamada eleição proporcional, na qual um candidato bem votado contribui para eleição de outros políticos da legenda ou da coligação, que obtiveram menos votos.

Para o deputado Zé Neto (PT), líder do governo, o modelo "só beneficiará quem já está dentro jogo". "Isso vai enfraquecer os partidos. Aniquilar os partidos não é a solução nem será bom para a democracia", avalia. Para ele, tal como está, a reforma visa apenas "preservar mamatas" e privilégios de velhos caciques políticos.

Já o deputado Leur Lomanto Jr. (PMDB), líder da oposição, se diz favorável ao modelo, uma vez que, em seu entendimento, a mudança poria fim ao chamado 'efeito Tiririca'.

"É um sistema justo. Não tem sentido, como ocorre em outros estados, deputados serem eleitos graças àquele que puxou mais votos", assinala.

Sobre a criação de um fundo partidário no valor de R$ 3,6 bilhões, Neto e Leur, entretanto, defendem um debate mais aprofundado.