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Sex, 11/08/2017 | Atualizado em: 11/08/2017 às 05h00

Bagaceira Matou enteada e caiu no cartucho

ANDREZZA MOURA
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"Somos pelo certo, não aceitamos nada errado. Ele era meu primo, mas não podia aceitar o que ele fez, fui eu quem falou à polícia para onde ele tinha ido", afirmou o montador de móveis Edson Lima, 37 anos, ao apontar o ajudante de pedreiro Jefferson de Lima dos Santos, 28, o Badê, como o assassino da enteada, Ana Clara Menezes Câmara, de 8 anos.

A menina foi morta com um tiro na cabeça, na madrugada da quarta-feira (9), enquanto dormia no sofá de casa, na Avenida Beira Mar, no distrito de Caípe de Baixo, em São Francisco do Conde.

Após atirar na criança, o homem saiu correndo, invadiu a casa de um vizinho e pediu que ele chamasse a polícia. Badê morreu no Hospital Célia Almeida Lima, em São Francisco do Conde, depois de entrar em confronto com policiais militares da 10ª CIPM (Madre de Deus).

"Ele sabia que tinha feito algo errado. Entrou na casa do vizinho, colocou a arma no sofá e pediu para ele chamar a polícia. Ele fez isso porque não teve coragem de tirar a própria vida, quando a polícia cercou a casa, ele atirou e foi baleado pelas costas", contou Viviane Lima, 33, também prima de Badê.

Segundo ela, o vizinho afirmou que não foi feito refém. "Foram quatro guarnições para tentar prendê-lo, mas ele se homiziou em uma casa, fez um refém e atirou nos policiais", contou o major Paulo César, comandante da 10ª CIPM (Candeias), acrescentando que a menina já estava morta quando os PMs chegaram ao local.