Edição do dia
Seg, 07/08/2017 | Atualizado em: 07/08/2017 às 05h00

PRA ESPANTAR O FANTASMA DO Z-4

Alexandre Santos
compartilhe
Enviar para Amigo
INDIQUE A UM AMIGO

Para enviar para outro(s) amigo(s), separe os e-mails com “ , ” (vírgula). Ex.:nome@exemplo.com.br, nome@exemplo.com.br

Imprimir
Reportar erro

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas pelo MASSA preencha os dados abaixo e clique em "Enviar"

Aumentar fonte Diminuir fonte

Bahia e São Paulo protagonizaram, ontem, na Fonte Nova, um "show dos desesperados". Num embate dramático para escapar da zona da degola, predominaram em campo sucessivos erros de passe, reclamações e bate-boca no caminho para os vestiários.

Entre "mortos e feridos", salvaram-se os donos da casa: 2 a 1 para o Esquadrão, resultado que pôs fim a um jejum de cinco jogos sem triunfar sob seus domínios e coloca o time na 13ª posição do Brasileirão, com 23 pontos. É a primeira vitória desde que Preto Casagrande assumiu o grupo interinamente. Já o tricolor paulista segue sua sina como porteiro da parte baixa da tabela, na 17ª colocação, com 19 pontos.

No duelo morno que antecedeu o returno da competição, entretanto, as duas equipes se apresentaram um tanto sonolentas. Tal apatia, a propósito, resumiu a primeira meia-hora de bola rolando: nesse período, apenas dois lances de perigo despertaram a atenção de quem estava no estádio. Aos 15, Zé Rafael arriscou da entrada da área, para boa defesa de Renan Ribeiro. Aos 32, Cueva, da meia-lua, chutou colocado e tirou tinta da trave de Jean. Os são-paulinos até chegavam à frente, mas pecavam nas finalizações.

No mais, as fortes emoções ficaram mesmo para os minutos derradeiros da etapa inicial, quando a vitória do Bahia começou a ser esboçada. Aos 40, Rodrigão recebe passe de Mendoza, deixa Militão para trás, vai ao fundo e cruza rasteiro. Arboleda fura, e Régis, da pequena área, inaugura o marcador. A torcida mal pôde comemorar. Em lance idêntico, três minutos depois, Régis faz as vezes de garçom e rola para Mendoza assinalar o segundo do Bahia. E, antes de o juiz decretar o intervalo, a rede voltaria a balançar. Aos 45, Jean sai estabanado, atropela Pratto e presenteia o adversário com um pênalti. Hernanes converte rasteiro e diminuiu o marcador.