Edição do dia
Ter, 01/08/2017 | Atualizado em: 01/08/2017 às 05h00

A queda de Jorginho

Daniel Dórea
compartilhe
Enviar para Amigo
INDIQUE A UM AMIGO

Para enviar para outro(s) amigo(s), separe os e-mails com “ , ” (vírgula). Ex.:nome@exemplo.com.br, nome@exemplo.com.br

Imprimir
Reportar erro

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas pelo MASSA preencha os dados abaixo e clique em "Enviar"

Aumentar fonte Diminuir fonte

Anunciado no dia 1º de junho, Jorginho caiu quase dois meses depois, às vésperas do duelo de amanhã, às 7h30 da noite, com a Chapecoense, pela 18ª rodada do Brasileirão. A demissão aconteceu horas depois da derrota para o Sport, em plena Fonte Nova: 3 a 1.

Com um rendimento, em termos de resultados no geral, até condizente com o que tem feito o Esquadrão em suas experiências mais recentes na elite nacional (quatro vitórias, quatro empates e seis derrotas, com um aproveitamento de 31%), Jorginho perdeu o emprego por conta do mau desempenho do time em campo.

É o que explica o diretor de futebol Diego Cerri. "Nos últimos jogos em casa o time não conseguiu jogar como a gente esperava. E não conseguiu resultados, o que traz peso, pressão", afirmou ele, que procurou passar segurança ao interino Preto Casagrande, comandante da equipe em Chapecó. "A gente confia em Preto. Ele conhece bem o grupo. Enquanto isso, a gente vai fazendo o processo com calma. Não faremos nada acelerado para dar uma resposta. Vamos fazer com convicção", completou Cerri, sobre a escolha do novo treinador tricolor.

Especulados, os desempregados Eduardo Baptista e Antônio Carlos Zago negam contato. Roger Machado, demitido do Atlético-MG há duas semanas, seria outro nome. O ciclo relâmpago de Jorginho no Bahia é o menor entre todos os técnicos contratados pela gestão Marcelo Sant'Ana. Em enquete no portal A TARDE, 71% das 507 pessoas que votaram até o fim da tarde de ontem concordaram com a demissão.