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Qui, 18/05/2017 | Atualizado em: 18/05/2017 às 05h00

E agora? Temer cai na teia da Lava Jato

das agências
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O Brasil foi sacudido por uma uma bomba no mundo político, quando o jornal 'O Globo' divulgou o conteúdo da delação premiada de Joesley Batista, dono do frigorífico JBS, que produz a marca Friboi. Ele disse que gravou o presidente Michel Temer dando seu aval para que ele continuasse comprando o silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha, preso por corrupção.

Após reunião com ministros, Temer divulgou nota na qual admite o encontro com Joesley, mas nega ter participado ou autorizado qualquer movimento para evitar a delação de Cunha. Acrescenta que defende "ampla e profunda investigação para apurar todas as denúncias".

O depoimento de Joesley foi dado à Procuradoria Geral da República em abril e, no último dia 10, o conteúdo foi comunicado ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo.

O clima esquentou em Brasília. O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) protocolou um pedido de impeachment de Temer.

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