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Qua, 17/05/2017 | Atualizado em: 17/05/2017 às 05h00

Pé quente Bagagem para ajudar o Baêa

Tiago Lemos
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Gastar R$ 351 com passagens de avião para viajar de Salvador a Recife, hoje, às 9h da manhã, e retornar amanhã, às 4h da tarde. Pagar R$ 20 pelo ingresso do jogo de ida da final da Copa do Nordeste, na Ilha do Retiro, às 9h45 da noite, sem falar nos outros gastos. Mas ver o Bahia vencer o Sport e ficar mais perto do tricampeonato não tem preço.

É assim que o contador Luis Henrique, 32 anos, espera que seja a sua aventura em Pernambuco. "Vai ser 2 a 1 Bahia", diz, confiante, mesmo com o desfalque do meia Régis, expulso no Ba-Vi que classificou o Esquadrão à final regional.

"Régis é o jogador que pode decidir. Sem ele, acho que Juninho tem o poder de definir com cobranças de faltas, escanteios, chutes", contou.

A confiança no triunfo do Bahia tem explicação. Luis Henrique diz levar sorte ao tricolor quando viaja para acompanhar o clube fora do Estado. Ele garante que, desde 2009, o Esquadrão só perdeu uma partida fora de casa com ele na arquibancada. Foi para o Vasco, em 24 de outubro daquele ano: 2 a 1 no Rio de Janeiro.

De lá pra cá, relatou mais cinco jogos: três vitórias e dois empates. A mais famosa foi o 3 a 1 sobre o Santos de Neymar e Ganso na Vila Belmiro, em 29 de agosto de 2012.

Mas o 2 a 1 sobre o Botafogo, em 22 de setembro de 2013, foi o mais especial para Luis Henrique. "Fiz a viagem por causa do jogo. Encontrei amigos no Rio e ganhamos com gols de Fernandão e Obina. Ótima lembrança!", disse o torcedor tricolor.

Hoje, no Recife, Luis Henrique vai reencontrar amigos tricolores de longa data: Robson Pires, Paulo Nunes e Eduardo Sena, que moram na cidade. "Eles serviram comigo na Aeronáutica, de 2003 a 2006, e o Bahia colaborou com a amizade", contou.

Além disso, só vai levar o manto do Esquadrão em sua bagagem. "Vou levar quatro e vou usar a tricolor no jogo. Uma vez viajei para a Itália e só levei camisas do Bahia na mala. Foram dez", lembrou.

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