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Ter, 16/05/2017 | Atualizado em: 16/05/2017 às 05h00

E agora? Chapa PT-PMDB sobe no telhado

das agências
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O Ministério Público Eleitoral pediu ontem a cassação da chapa Dilma-Temer, eleita em 2014, e a inelegibilidade da ex-presidente por oito anos. O MPE atua como fiscal da legislação eleitoral e entende que houve abuso de poder econômico e uso de caixa dois.

Para o Ministério Público Eleitoral, é ''inviável'' a tese de separação da chapa, como quer a defesa de Temer. O vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, citou como exemplo o caso da cassação do governador do Amazonas, que levou junto o vice.

O mesmo pedido foi feito na primeira fase do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que começou no dia 4 de abril e depois foi interrompido. A manifestação final do MPE, que incluiu os depoimentos dos marqueteiros João Santana e Monica Moura (leia ao lado), é uma das peças que serão levadas para julgamento e não antecipa a posição do relator, ministro Herman Benjamin. Não há data para retomar os trabalhos no TSE, mas a expectativa é em junho.