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Seg, 08/05/2017 | Atualizado em: 08/05/2017 às 05h00

A festa é toda rubro-negra

Daniel Dórea
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Havia duas possibilidades de final de história ontem: uma festa completa com o sorriso de mais de 30 mil torcedores ou a alegria isolada dos intrusos no ambiente.

Prevaleceu o clima todo a favor dos rubro-negros e o Vitória, com o empate por 0 a 0 contra o Bahia no Barradão, faturou o título estadual de forma invicta, sua segunda conquista seguida.

Valeu, por sinal, a campanha completa do Leão, que beneficiou-se da vantagem dos resultados equivalentes após o 1 a 1 da ida, na Fonte Nova. O time, que conquistou o tetra de 2002 a 2005 e de 2007 a 2010, voltou a comemorar um bicampeonato depois de uma sequência de cinco edições com apenas um troféu. O último campeão baiano invicto havia sido o próprio Vitória, em 2005.

Com a decisão da CBF – respaldada pela recomendação do Ministério Público – torcedores do Bahia não puderam entrar na Toca (assim como a galera do Vitória não tive o direito de ir à Fonte Nova na última quarta). Ruim para o espírito de competitividade do futebol, ótimo para a unificação da alegria no santuário rubro-negro. O Leão manteve a escrita de nunca ter saído sem comemorar de um Ba-Vi de final de Campeonato Baiano no Barradão (ganhou também em 2000, 2004, 2005, 2009, 2010 e 2013). Ainda elevou o jejum tricolor para oito partidas sem ganhar no estádio (último triunfo foi há seis anos, em 2011).

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