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Qua, 03/05/2017 | Atualizado em: 03/05/2017 às 05h00

Temer investe na 'caça às bruxas'

da redação
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Para conseguir aprovar a Reforma da Previdência, o presidente Michel Temer cumpriu a promessa de exonerar os 'afilhados' políticos de deputados de sua base que votaram contra a Reforma Trabalhista. Com isso, o governo quer deixar claro que haverá punições aos parlamentares da base que votarem contra o projeto da Previdência. Segundo interlocutores do Planalto, as demissões de ontem atingiram indicações de mais de 30 parlamentares de partidos aliados, entre eles, PP, PTN, PSD, PSB e até do PMDB, legenda de Temer. A maioria dos exonerados será substituída por 'adjuntos'. Desta forma, a decisão poderá ser revertida se os deputados considerados infieis mudarem de posição. Esta primeira fase da retaliação atinge apenas indicados para cargos de órgãos federais nos Estados. Mas há a possibilidade de uma segunda etapa atingir diretamente os cargos em ministérios. No PMDB, pelo menos dois deputados perderam cargos: Cícero Almeida (AL) e Vitor Valim (CE), o primeiro ligado ao líder do governo no Senado, Renan Calheiros (AL), e o segundo ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (CE).

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