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Sáb, 15/04/2017 | Atualizado em: 15/04/2017 às 05h00

Romatismo sertanejo Cantor, músico e compositor bate asas em voo solo

Camila de Jesus*
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Ele tem 35 anos e já pode 'ostentar' mais de 30 de profunda ligação com a música. É isso mesmo: Robbson Ribeiro começou a cantar na mais tenra infância, aos 4 anos, mas foi a aos 18 que deu o pontapé inicial na carreira profissional. De lá para cá, passou pela banda "Partidaço", pulou para a "Raro Swing" e em seguida participou da "Puro Love", onde emplacou o sucesso "Vai ser só love", estourada no repertório do Sampa Crew. A canção de sua autoria foi só uma das que fizeram a festa da galera na voz de outros artistas. "Ai, Ai, Ai, Samba de Roda", com Harmonia, e "O céu tá rosa", com Tayrone, também são bons exemplos do que ele é capaz de fazer com letra e música.

O tempo passou e agora ele 'namora' com o sertanejo. "Continuei com o estilo romântico, mas me adequei à linguagem sertaneja. O retorno só o público pode dar", diz com os pés no chão.

O romantismo se explica pela admiração do trabalho de Fabio Júnior, Roberto Carlos, Djavan, Soneto, SPC e Katinguelê, que admira desde a infância e se projeta no seu primeiro CD de carreira solo, "Saudade Machuca" , que tem como carro-chefe é a faixa "Gruda", composta em parceria com Fagner Ferreira. É ouvir para se apixonar.

* Sob a supervisão da editora-coordenadora Ana Paula Ramos.