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Ter, 11/04/2017 | Atualizado em: 11/04/2017 às 05h00

Realidades diferentes

Daniel Dórea e Juliana Lisboa
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O que implica a derrota em um Ba-Vi? Como assimilar um resultado negativo no clássico? E o vencedor, onde encontrar a serenidade para não deixar a empolgação tomar conta?

As respostas virão nos próximos dias, que, por sinal, apresentam rotinas diferentes para Bahia e Vitória. O tricolor, derrotado no clássico por 2 a 1, só tem nesta quinzena compromissos nos fins de semana.

Já o Leão não terá tempo para comemorar o sucesso no Ba-Vi. Na quinta, inicia mata-mata com o Paraná por um lugar nas oitavas de final da Copa do Brasil e, na programação, só aparecem jogos decisivos pela frente até o início do Brasileirão, marcado para 14 de maio.

Caso confirme o favoritismo e supere o Vitória da Conquista para chegar à final do Baiano, o rubro-negro fará um total de oito jogos de caráter crucial em 25 dias – os dois da Copa do Brasil, quatro do Estadual e mais dois do Nordestão (as datas das finais do Regional estão programadas para 17 e 24 de maio).

O discurso do treinador combina com o que está por vir. Ou seja, ganhar o clássico foi ótimo, mas outros jogos mais importantes se aproximam. "A gente tem que ter o pezinho no chão. Agora é pensar no Paraná", disse Argel Fucks.

No Bahia, o técnico Guto Ferreira reconhece: "Nossa equipe tem que buscar crescimento quando enfrenta esse tipo de jogo mais decisivo", disse o treinador.

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