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Ter, 11/04/2017 | Atualizado em: 11/04/2017 às 05h00

Quem fez? Guerra das placas mobiliza a galera

Alexandre Santos
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A queda de braço começou nas eleições de 2016. Continuou após o resultado nas urnas e, com a disputa de 2018 batendo à porta, voltou a se acirrar. De um lado, um prefeito que se vangloria de estar transformando Salvador, "trabalhando por quem mais precisa", e que ainda não demonstra interesse na corrida pelo Palácio de Ondina. De outro, um governador rumo à reeleição que diz tocar obras "tamanho G".

No centro da disputa entre Neto (DEM) e Rui Costa (PT), as encostas da capital, o Carnaval e a mais polêmica delas: a briga pela paternidade do metrô, que motivou até troca de farpas. Enquanto Rui afirma ter destravado e ampliando o sistema, Neto repete que, não fosse ele, o modal não estaria nos trilhos.

Em 2016, um jingle da então candidata a prefeita Alice Portugal (PCdoB) botou mais lenha na fogueira: "Neto ponga, Neto ponga / Bota a placa e ponga", dizia a letra, em ritmo de arrocha. Irritado, o prefeito passou a reagir. "Rui precisa calar a boca e trabalhar mais", rebateu ele, certa vez.