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Ter, 04/04/2017 | Atualizado em: 04/04/2017 às 05h00

Edigar já merece vaga

Daniel Dórea
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Titular indiscutível em 2016, Edigar Junio estava pronto para seguir no mesmo patamar, ou evoluir, este ano.

Alçou voo aos EUA e, lá, ao invés de se destacar contra o Wolfsburg, pela Florida Cup, teve o azar de sofrer uma lesão no tendão do pé direito. Chegou a encarar o Estudiantes, mas voltou a sentir e precisou fazer tratamento.

Mais de dois meses depois, eis que o atacante já está perto de voltar a se sentir como em 2016. Retornou no dia 23 de março e, desde então, realizou quatro jogos – só uma deles como titular, totalizando 143 minutos (menos de dois confrontos) – e marcou dois gols. O último deles saiu no triunfo por 3 a 0 sobre o Sergipe, no domingo, que assegurou a passagem do Bahia à semifinal do Nordestão.

Antes do Ba-Vi pelo Regional, porém, tem o primeiro clássico do ano, domingo, ainda pela fase inicial do Baianão. Ou seja, esta semana é a ideal para Edigar colocar mais pressão no técnico Guto Ferreira e recuperar a posição que era sua. Amanhã, o tricolor pega o Atlântico, às 9h45 da noite, em Pituaçu, e o jogador deverá estar entre os 11 – muitos dos titulares serão poupados.

É a chance de Edigar fazer Guto ter certeza de que a ausência de um atleta com suas características tem sido uma das principais deficiências do Bahia em 2017. Atacante de potência, velocidade e certo faro de gol (foi vice-artilheiro do time em 2016, com 16 tentos), Edigar tem visto um trio de meias fazer companhia a Hernane.

O alvo mais 'fácil' parece ser Zé Rafael, já que Régis tem sido um dos melhores da equipe em 2017 – divide a artilharia do Regional com Hernane e Hiago, do Sergipe, com cinco gols marcados – e Allione produziu mais que o colega, e em menos tempo. Soma dois gols e três assistências em oito jogos (652 minutos), enquanto Zé Rafael tem os mesmos dois tentos e nenhum passe decisivo em 14 duelos (944 minutos).

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