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Qua, 29/03/2017 | Atualizado em: 29/03/2017 às 05h00

Histórias e saudades

Euzeni Daltro
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No ano em que a primeira capital do Brasil completa 468 anos, soteropolitanos – por nascimento ou por opção – contam um pouco da história de Salvador por meio das lembranças de suas vivências. Além da mudança no modo de vida e nas relações entre as pessoas, os relatos chama atenção para uma cidade que existe apenas na memória – nas boas lembrança de quem viveu nela.

A artista plástica Martha Muniz, 70 anos, nos leva para as paqueras na antiga Rua Chile, quando todas as segundas-feiras, a elite baiana colocava sua melhor roupa para passear no mais famoso ponto de encontro da cidade.

Já o professor da Escola de Percussão Didá, mestre Paulinho, 64, diz que preferia o Largo do Papagaio, na Ribeira, à Rua Chile, e conta sobre suas noites de cortejo e namoro nesse outro ponto de encontro da época. Mestre Paulinho fala ainda sobre os locais onde tocou como o Tabaris Night Club, na Praça Castro Alves, e o Clube Cruz Vermelha.

O sorriso sutil, tão peculiar ao mestre Clarindo Silva, 75, da Cantina da Lua, nos leva para as invenções de Nelson Maleiro para, literalmente, colocar o seu bloco, o Mercadores de Bagdá, na rua.

E por fim, o eletricista e artesão Geraldo do Nascimento, 57, fala sobre a vida simples da comunidade de Pernambués antes do surgimento da Avenida Tancredo Neves, atual centro financeiro de Salvador.