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Ter, 28/03/2017 | Atualizado em: 28/03/2017 às 14h16

E agora? Chapa Dilma-Temer sobe no telhado

das agências
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O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Herman Benjamin liberou para julgamento a ação em que o PSDB pede a cassação da chapa Dilma-Temer, que disputou as eleições de 2014. Com a decisão, a ação poderá ser julgada a partir da semana que vem, mas caberá ao presidente do TSE, Gilmar Mendes, marcar a data. Herman é o relator do processo e, ao concluí-lo, pediu a Gilmar Mendes sua inclusão imediata na pauta.

No relatório, mantido em sigilo, há um resumo da fase de coleta de provas, entre as quais os depoimentos de delação premiada de ex-executivos da Odebrecht, que citaram supostos pagamentos irregulares para a campanha. O voto de Herman Benjamin será conhecido somente no dia do julgamento.

Apesar do processo de impeachment de Dilma, a ação prosseguiu porque os dois integrantes da chapa podem ficar inelegíveis por oito anos se o TSE decidir pela cassação do resultado da eleição. Se isso ocorrer, o Congresso Nacional realizará uma eleição indireta para escolher um novo presidente.

Em dezembro de 2014, as contas da campanha da então presidenta Dilma Rousseff e de seu companheiro de chapa, Michel Temer, foram aprovadas com ressalvas, por unanimidade, no TSE. No entanto, o processo foi reaberto porque o PSDB questionou a aprovação, por entender que há irregularidades nas prestações de contas. A campanha de Dilma Rousseff nega qualquer irregularidade.